Ciências Exatas e da Terra
Oceanografia
Resumo
A Prefeitura Municipal de Santos cuida da gestão das praias e impõe a proibição do descarte do lixo e de quaisquer resíduos ou detritos que possam prejudicar a limpeza das praias e das avenidas. E obriga o ensacamento e descarte do lixo resultante do comércio ambulante. Também presta serviços diariamente para recolher toneladas de lixo. Porém, o estudo identificou que faltam políticas públicas para incentivar a redução do lixo na praia por parte dos ambulantes, comerciantes, pescadores e da população, assim como também faltam ações de incentivo para coleta seletiva. A população santista e o comércio local reconhecem que o lixo é evidente e que faltam ações e políticas de incentivos. E, com a pesquisa bibliográfica, foi possível comprovar o que esse lixo acarreta diretamente na vida marinha, na sociedade, no turismo, na pesca e na economia. Por isso, a proposta é realizar um programa de incentivos, com um selo para que os consumidores se sintam seguros ao comprar dos ambulantes e comerciantes locais que cumpram os melhores protocolos de cuidado com o lixo, incluindo, inclusive, a redução da geração de lixos. Com isso, seria possível criar um ciclo sustentável voltado à responsabilidade de todos por manter o local limpo, protegido, que preserva o meio ambiente, o turismo, a pesca e a economia local. O ineditismo do projeto foi evidenciado, quando ganhou medalha de ouro na Olimpíada Brasileira do Oceano 2022 na categoria nacional e regional – Sudeste, e agora está em negociação junto com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e com a Secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Santos-SP para implementação.
Palavras-chave: Lixo na Praia, Ambulante em Santos, Política pública