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Projeto

BIO-10790: Uso de extratos vegetais como acelerador de orquídeas no cultivo in vitro e desenvolvimento de keikis - Fase II

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BIO

Ciências Biológicas

Sub-categoria

Botânica

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ícone Autoria Beatriz Maria Ferreira dos Santos
ícone Orientação Dionéia Schauren, Leandro Marcelo Miglioretto
ícone Instituição Colégio Estadual Jardim Porto Alegre - Unidade II
ícone Etapa Finalista

Resumo

As orquídeas são plantas de difícil propagação, por isso, o cultivo in vitro torna-se uma alternativa para obter mudas, porém inviável. O tempo de crescimento das orquídeas pode levar de 3 a 10 anos para que ocorra a primeira floração. Buscando reduzir o tempo e o custo de cultivo, este projeto analisa a utilização dos extratos vegetais durante o cultivo in vitro e na produção de keikis (brotos que nascem de um pseudobuolbo que se desenvolvem de forma assexuada) de Dendrobium nobile, além disso, comparamos a eficácia do meio alternativo DIO (meio de cultivo in vitro de orquídeas de baixo custo e preparo desenvolvido no Colégio Estadual Jardim Porto Alegre) em duas espécies distintas de orquídeas e também com o meio comercial de cultivo in vitro MS/2. Os extratos vegetais foram preparados nas quantidades de 100, 150, 200 e 250 g/L. Para todos os testes no meio alternativo DIO utilizamos as orquídeas Cattleya walkeriana e Epidendrum cristatum, enquanto para o meio MS/2 foi utilizada a orquídea Cattleya walkeriana. Ao final, foi realizada a análise estatística, que é feita com o sistema SISVAR com 0,05% de significância e o teste de média de Scott-Knott. Os resultados presentes para a produção de keikis são satisfatórios pois a aplicação de extratos vegetais influenciou diferentes aspectos do desenvolvimento vegetativo. o crescimento foliar, tamanho do keiki, comprimento radicular e número de keikis foram positivamente afetados por tratamentos específicos, especialmente T20 (Portulaca oleracea 200g/L) e T28 (Kalanchoe blossfeldiana 200 g/L). Esses efeitos são atribuídos à presença de fitormônios e compostos bioativos nos extratos. Já os resultados preliminares para o cultivo in vitro demonstram que o tratamento do meio DIO agregado ao extrato vegetal de Portulaca oleracea a 150 g/L (T19) favoreceu a germinação das sementes de ambas as espécies de orquídeas, enquanto o meio MS/2 e meio DIO sem extratos não apresentaram indícios de germinação.

Palavras-chave: Fitormônios, Propagação, Sustentabilidade

Foto do projeto