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Projeto

SAU-9893: Sparkle: uma plataforma interativa com realidade virtual no apoio terapêutico de crianças com TEA

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SAU

Ciências da Saúde

Sub-categoria

Fisioterapia e Terapia Ocupacional

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ícone Autoria Miriã Rocha Carneiro, Manuelli dos Remedios Benatti, Júlio César Amaral Soria Zacharko
ícone Orientação Leslie Barreto Gimenez, Fernando César Lorena
ícone Instituição SESI Afonso Pena
ícone Etapa Finalista

Resumo

O projeto Sparkle é uma solução inovadora que integra educação, saúde e tecnologia para apoiar o desenvolvimento de crianças com transtorno do espectro autista (TEA). Desenvolvemos uma plataforma interativa voltada a pais, cuidadores e profissionais, com funcionalidades como organização de rotinas personalizadas, sugestões de atividades baseadas em princípios da análise do comportamento aplicada (ABA), lembretes de autocuidado e relatórios compartilháveis. O projeto responde à necessidade de ferramentas acessíveis que ampliem o cuidado contínuo fora das clínicas, facilitando a comunicação entre famílias e terapeutas. A proposta destaca-se pela incorporação de Realidade Virtual (RV) associada a um módulo de neuromodulação sensorial não invasiva, desenvolvida em parceria com a clínica Siga Transformando (Curitiba-PR), sob orientação direta da neurocientista responsável pelo protocolo de neuromodulação. Essa combinação visa potencializar o engajamento, a atenção e a neuroplasticidade, favorecendo o treino de habilidades socioemocionais e adaptativas por meio de simulações interativas em ambiente seguro. Testes foram conduzidos com seis crianças em atendimentos realizados na Clínica Escola de Terapia Ocupacional da UFPR e na Clínica Cativar. Os resultados esperados incluem alto engajamento, motivação para continuidade e maior envolvimento dos cuidadores no acompanhamento diário via aplicativo, conforme previsto nas avaliações iniciais realizadas por profissionais envolvidos nas sessões piloto. Profissionais relataram melhora na comunicação família-clínica e maior precisão na análise dos progressos da criança. Com base nesses resultados iniciais, concluímos que a combinação de RV e neuromodulação, aliada ao suporte diário via app, apresenta potencial para ampliar o alcance, a eficácia e a humanização das intervenções no TEA.

Palavras-chave: Transtorno do Espectro Autista (TEA), Realidade virtual (RV), Neuromodulação

Foto do projeto