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Projeto

SOC-10251: A flora como fonte de larvicidas naturais, uma aliada no combate ao Aedes aegypti

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SOC

Ciências Sociais e Aplicadas

Sub-categoria

Planejamento Urbano e Regional

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ícone Autoria Izabela Maria Belotto
ícone Orientação Dionéia Schauren, Leandro Marcelo Miglioretto
ícone Instituição Colégio Estadual Jardim Porto Alegre - Unidade II
ícone Etapa Finalista

Resumo

A dengue incide tipicamente nos meses mais quentes do ano e é responsável por milhões de internações e óbitos anualmente. Nesse prisma, o combate contra a reprodução do inseto e procriação de larvas se expande desde o controle do vetor até larvicidas/inseticidas químicos, todavia os impactos gerados por estas medidas afetam o meio ambiente e outros insetos, além de se mostrar uma estratégia cara, podendo não alcançar todas as esferas sociais devido à falta de infraestrutura econômica das regiões vulneráveis. Contudo há plantas que possuem o potencial larvicida, onde por meio de uma metodologia de experimentação e revisão de literatura, se mostram uma solução aliada ao controle das larvas da dengue. Objetivou-se nesta pesquisa o controle e inibição das larvas do mosquito Aedes aegypti usando de diferentes extratos vegetais em concentrações de plantas desidratadas e in natura. Os tratamentos foram: Agave angustifolia, Agave sisalana, Agave parryi, Agave vivipara, Agave attenuata, Agave demeesteriana, Yucca aloifolia, Furcraea selloana, Furcraea foetida, Dracaena trifasciata, Persea americana, Castanea sativa, Spathodea campanulata, Hovenia dulcis, Syzygium aromaticum, Eucalyptus sp., Laurus nobilis, Acacia dealbata e Ruta graveolens. Separou o preparo dos extratos em partes, primeiro os extratos desidratados e em seguida os in natura, pesou-se as plantas em concentrações de 5/10/15/20 g para 1 L de água, em seguida acrescentou-se 100mL de água às plantas. Após o preparo, mergulhou-se as larvas de diferentes estágios larvais nos extratos devidamente pipetados. Os testes com os extratos estão concluídos, onde obteve-se 100 % de inibição com os extratos de Agave vivipara, Furcraea foetida e Syzygium aromaticum. Persea americana, Castanea sativa, Agave sisalana e Agave parryi também apresentaram resultados promissores com mais 90 % de inibição. A taxa de inibição dos extratos de Eucalyptus sp, Ruta graveolens e Acacia dealbata se destacaram com uma porcentagem acima dos 65 %.

Palavras-chave: Biocida, Epidemia, Extrato vegetal

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